Negros, índios e caboclos
Existem no Estado do Amapá muitas comunidades tradicionais, tanto ribeirinhas quanto quilombolas. A Vila de Curiaú é a mais famosa delas. A 12 quilômetros de Macapá, é habitada apenas por negros descendentes dos escravos que participaram da construção da Fortaleza de São José.
Curiaú é diversão certa para o turista que viaja no Inverno – antes de fazer as malas, é bom saber que existem programas que só podem ser feitos no Inverno e outros só no Verão. Com o período da cheia, que coincide com a descarga de águas do Amazonas, muitos campos alagam e tornam-se navegáveis. É o que ocorre nesta comunidade. A vila, que no Verão é rodeada de campos destinados à criação de búfalos, torna-se um balneário muito atraente, pois as construções são de palafitas, típicas da região, e a natureza fica belíssima com os campos todos inundados com vários locais para banho junto aos bares que acompanham a margem dos lagos. Para chegar lá, é possível ir de carro ou passeando de barco.
As comunidades ribeirinhas do rio Maruanum são uma atração à parte, porém o acesso é bem mais restrito. Um bom exemplo é a vila Conceição onde a vida é pacata, a natureza é muito generosa, as pessoas são acolhedoras e as tradições culturais são preservadas, como o artesanato em louça, a música (marabaixo), as festas. Um passeio de canoa pelo rio Maruanum é algo simples, porém inesquecível tanto pela beleza quanto pela sensação de paz.
Um exemplo de respeito à cultura indígena
O Amapá é o primeiro Estado brasileiro a ter todas as terras indígenas demarcadas. São duas grandes áreas onde vivem aproximadamente 8 mil índios divididos em cinco etnias: Galibi, Karipuna, Palikur, Waiãpi e Galibi Marworno. Com exceção dos Waiãpi, todas elas se localizam dentro do município do Oiapoque, porém com total autonomia sobre a área demarcada. Essas sociedades indígenas recebem todo tipo de apoio governamental, porém o respeito aos índios vem em primeiro lugar. Um bom exemplo é o apoio dado à escola bilíngüe, na qual as crianças aprendem primeiro sua língua original, condição mais importante para manter viva a tradição indígena com seus mitos, lendas, arte e costumes.
Na aldeia do Manga, pertencente à etnia Karipuna, o aspecto visual (arquitetura, roupas) não caracteriza a sociedade indígena. Mas basta permanecer ali por meia hora para perceber que se trata de uma cultura muito diferente da nossa. A língua falada é o patoá, herança da Guiana Francesa, que fica ao lado, e o português. A vida corre de modo diferente. Tudo é simples, as construções são simples, as pessoas são simples, o modo de pensar e agir são simples. O difícil é entender como que dentro dessa total simplicidade existe tanta beleza, tanto aconchego, tanta exuberância.
O acesso a essas áreas é bem restrito. Para quem quiser conhecer, a melhor opção são as aldeias do município do Oiapoque. E é necessária a autorização da Funai para entrar na área. Se o interesse é mais específico pelo artesanato, existem opções de compra em Macapá. Na Apitu, uma loja de artesanato indígena localizada no Centro da cidade, estão reunidos trabalhos belíssimos de várias aldeias e etnias. Outra opção é a Apina, posto de apoio ao índio, onde se encontra também artesanato dos índios Waiãpi. Os colares e bolsas confeccionados com pequenas sementes encontradas na floresta amazônica são de rara beleza. Outros materiais usados são madeira, fibras, cerâmica, plumagem, dentes e ossos de animais. Alguns objetos são enfeitados com penas de aves ou pintados com corantes naturais extraídos de cascas de árvores ou sementes, como as do urucum.
Eu não escrevi este texto, eu peguei do site:
http://www.cosmo.com.br/viagem/materias/foradecircuito/aqui/010325_aqui01.shtm
Quem quiser saber um pouco mais sobre os povos indígenas do Amapá é só entrar no site:
http://www.amapa.gov.br/Amapa/indios.htm
Bom final de semana!
Piadinhas
Dia Internacional da Mulher
Parabéns!!!
Tucupi, tacacá e outros sabores locais
Mais um pouco do Amapá...
A culinária é outro ponto forte do Amapá. Os camarões de água salgada e doce compõem vários pratos, como o tacacá, preparado com goma de mandioca; tucupi, que é o caldo de mandioca; camarão e jambú, folha amarga servida em alguns pratos; a munjica, espécie de sopa com camarões, e o camarão no bafo.
Outras delícias encontradas por lá são a maniçoba, parecido com a feijoada, mas com o feijão substituído pela folha da mandioca brava, que deve ser cozida por sete dias para que todo o seu veneno seja extraído; a casquinha de caranguejo ou ele inteiro, servido com vinagrete e farinha amarela de mandioca, que acompanha quase todos ao pratos e é muito consumida na região; e o bolinho de piracuí, preparado com a farinha de peixe e que se parece muito com o bolinho de bacalhau.
Come-se bem em muitos lugares: em restaurantes mais sofisticados como o Chalé; no Maguila*, mais simples porém de ótima qualidade; nos bares da Beira Rio, que servem grande variedade de pratos em porções individuais ou para duas pessoas; nas barracas da Praça de Alimentação, localizada em frente à Beira Rio, onde há o prato feito de comidas típicas, muito bem servido, com excelente sabor e por um preço bem barato.
*No Bar do Maguila tem uma placa escrito "É proibido beijar na boca". Se algum casal se beijar é expulso do bar pelo próprio dono. E eh eh eh... Coisas do Amapá...
Pessoal eu tirei de um site (http://www.cosmo.com.br/viagem/materias/foradecircuito/aqui/010325_aqui01.shtm) essa reportagem sobre o Amapá. Quero que vocês conheçam um pouco do lugar de onde vim.
Amapá: um Brasil que poucos brasileiros conhecem
Para quem mora sob o Trópico de Capricórnio, falar em Linha do Equador é imaginar qualquer lugar muito longe daqui. E é mesmo. O Amapá é prova disso e Macapá, a capital, fica bem debaixo dessa linha que divide a Terra ao meio. Está localizado no extremo Norte do País, representa 1,6% do território nacional e a maior parte dele está no Hemisfério Norte. É um Estado pouco habitado. Possui apenas 16 municípios e a metade da população, 250 mil, mora na capital.
O Amapá é dominado pela natureza: 30% de sua área são cobertos por diferentes ecossistemas (cerrado, planícies, mangues e campos inundáveis) e 70% pela floresta amazônica. Menos de 2% da mata virgem foi devastada, um raro exemplo de preservação ambiental no País. O maior rio do mundo em volume de águas, o Amazonas, acompanha o regime das marés do oceano Atlântico, banha Macapá e determina o ritmo de vida dos moradores. As embarcações só saem na maré alta. O futlama, futebol praticado na margem do rio Amazonas, só é jogado quando a maré seca e aparece a lama.
Nas pequenas comunidades ribeirinhas, é de barco que as crianças vão à escola. Os rios são importantes meios de transporte mesmo porque em muitos lugares este é o único acesso. Não existe ligação rodoviária do Estado com o restante do País e dos 2 mil quilômetros de rodovias, apenas 222 são asfaltados.
O turista que for ao Amapá deve se preparar para o calor. A temperatura é constante durante todo o ano, variando entre 32º e 35º; e o clima é extremamente úmido, como se tivesse no ar uma maresia sem o sal dos oceanos. Agora no Amapá é Inverno, que começa em dezembro com as chuvas e dura até junho, quando entra o Verão com sua estiagem. Na prática, as estações de Outono e Primavera passam quase despercebidas, se não fosse pelo equinócio.
REFLEXÃO
CONSTRUINDO CERCAS OU PONTES
Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado. Mas agora tudo havia mudado. O que começou com um pequeno mal entendido, finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio.
Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta. - Estou procurando trabalho, disse ele. Talvez você tenha algum serviço para mim. -Sim, disse o fazendeiro. Claro! Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu vizinho. Na realidade é do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta. - Acho que entendo a situação, disse o carpinteiro. Mostre-me onde estão a pá e os pregos. O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade. O homem ficou ali cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro. Quando o fazendeiro chegou, não acreditou no que viu: em vez de cerca, uma ponte foi construída ali, ligando as duas margens do riacho.
Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou: -Você foi atrevido construindo essa ponte depois de tudo que lhe contei. Mas as surpresas não pararam ai. Ao olhar novamente para a ponte viu o seu irmão se aproximando de braços abertos. Por um instante permaneceu imóvel do seu lado do rio. O irmão mais novo então falou: -Você realmente foi muito amigo construindo esta ponte mesmo depois do que eu lhe disse. De repente, num s impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, no meio da ponte.
O carpinteiro que fez o trabalho partiu com sua caixa de ferramentas. -Espere, fique conosco! Tenho outros trabalhos para você. E o carpinteiro respondeu: -Eu gostaria muito, mas tenho outras pontes a construir...
REFLEXÃO: Já pensou como as coisas seriam mais fáceis se parássemos de construir cercas e muros e passássemos a construir pontes com nossos familiares, amigos, colegas do trabalho e principalmente nossos inimigos... O que você está esperando? Que tal começar agora !!! Muitas vezes desistimos de quem amamos por causa de mágoas e mal entendidos. Vamos deixar isso de lado, ninguém é perfeito, mas alguém tem que dar o primeiro passo. Quanto mais amigos tiver, melhor vai se sentir, sabe por quê? É bom demais AMAR, e SER AMADO é melhor ainda. Pense nisso e Construa Pontes ao seu redor. (Autoria desconhecida)

Trabalho novo
Hoje estava indo para o trabalho e escutei uma música da Rita Lee na rádio "me cansei de lero lero, dá licença mas eu vou sair do sério, quero mais saúde..."
Pois é,"quero mais saúde"... no dia 01 comecei um novo trabalho, voltei a morar em Brasília, estou feliz! Essa música da Rita Lee me deixou super animada, principalmente porque eu já tinha malhado bem cedinho e estava na maior disposição para o novo trabalho.
Em 2004 tive muitos problemas profissionais, no 2º semestre chutei o pau da barraca, saí do trabalho, tentei outro, voltei a morar em Macapá e agora estou de volta para Brasília. Parece loucura, mas o que a gente não faz por amor??? Tudo isso para ficar mais perto do meu amor, mas para isso eu precisava tá feliz, trabalhando, sendo respeitada, socializando idéias, participando e contribuindo para um mundo melhor.
Espero que este ano seja melhor do que o que passou, com paz, saúde e amor, o resto como diz aquela famosa frase "o resto a gente corre atrás", não é mesmo?



Essa música é linda....se eu soubesse colocar som eu colocaria esta música como fundo musical...mas como não sei deixo apenas a letra...
Tocando Em Frente (Almir Sater)
Ando devagar porque já tive pressa
e levo esse sorriso, porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe
eu só levo a certeza de que muito pouco eu sei,
nada sei
Conhecer as manhas e as manhãs,
o sabor das massas e das maçãs,
é preciso o amor pra poder pulsar,
é preciso paz pra poder sorrir,
é preciso a chuva para florir.
Penso que cumprir a vida seja simplesmente
compreender a marcha, e ir tocando em frente
como um velho boiadeiro levando a boiada,
eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou,
de estrada eu sou
Todo mundo ama um dia, todo mundo chora,
Um dia a gente chora, no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história,
e cada ser em si, carrega o dom de ser capaz,
e ser feliz
Ando devagar porque já tive pressa
e levo esse sorriso porque já chorei demais
Cada um de nós compõe a sua história,
e cada ser em si, carrega o dom de ser capaz,
e ser feliz
Uma piadinha para descontrair