
O SIMBOLISMO
Uma vela acesa não serve apenas para iluminar, como era costume nos tempos em que não existia energia elétrica. Atualmente, é mais um instrumento simbólico utilizado para direcionar nossas preces, pedidos e pensamentos e conectá-los com o plano astral ou o ambiente das divindades.![]()
Nos rituais em que se empregam a vela devem ser tomadas medidas de segurança
contra possíveis acidentes e sempre utilizar produtos de boa qualidade e virgens, isto é, sem reciclagem.
Recomenda-se, também, um incenso aceso ao lado da vela. Esta prática faz com que os pedidos cheguem mais rapidamente ao plano astral. http://www.geocities.com/kkvelas/velas2.htm
Denise (http://www.sindromedeestocolmo.com) sugere que acendemos uma vela para Ivan, não o conheço, nunca fui ao blog da BethS, mas também entrei nessa de acender uma vela.
Uma amiga minha me falou que se acende vela em uma altura maior que a nossa, quando pedimos algo. Isso é um simbolismo de origem africana. Por isso coloquei minha vela ao alto no blog.
"A Câmara dos Deputados aprovou projeto que institui sistema de cotas nas universidades federais para estudantes de ensino público, negros e índios. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou, por unanimidade, proposta que garante a reserva de metade das vagas das universidades e das escolas técnicas federais para esses alunos."

Vejam alguns dados a partir do Relatório dO Índice de Desenvolvimento Humano de 2005:
RENDA
A renda per capita média dos negros em 2000 (R$ 162,75) correspondeu a menos da metade do que ganhavam os brancos em 1980 (R$ 341,71, em valores corrigidos).
EDUCAÇÃO
O percentual de homens negros com diploma universitário em 2000 (2,7%) era menor que o de homens brancos que tinham concluído a universidade em 1960 (3%).
SAÚDE
Em 2000, a taxa entre a população branca era de 71,5 anos (68,2 anos entre os homens e 73,8 anos entre as mulheres), enquanto que a dos negros era de 66,2 anos (63,3 anos entre os homens e 69,5 anos entre as mulheres).
O combate ao racismo exige ação conjunta de governo e sociedade, afirma PNUD: “Políticas universais são e serão sempre indispensáveis. Tratar igualmente desiguais pode, no entanto, agravar a desigualdade, em vez de reduzi-la”, afirma o estudo.
O que você pensa sobre esse assunto das cotas? Ou/e sobre esses dados?
Ando bastante ocupada, por isso fico publicando textos que eu gosto de outras pessoas. Dessa vez recebi esta poesia que achei simplesmente linda, vejam se vocês concordam:
MOVIMENTOS
que as pedras caiam
em meu corpo
atiradas pela distância
uma força
o coração em sangue
e neurônios cansados
não mostro palavras
apenas
no que sou
a solidariedade
o afeto
não cronometram a distância
Essa foto é do meu arquivo de trabalho.
A Margot não gostou do post do Walter, pelo menos foi a única que se manifestou, até recomendou que fossemos para Cuba...
E alguém quer ir para Cuba??? Por que Cuba??? Eu queria ir para Paris, Londres, Nova York...de preferência com dinheiro no bolso...Nessas cidades eu poderia comprar aquelas bolsas, sapatos, roupas de estilistas famosos...Quando voltasse ao Brasil, eu não esconderia nem da Polícia Federal e pagaria os devidos impostos, tudo legalmente...
Cuba, nunca fui a Cuba, vontade não me falta, mas não tive oportunidades...Gostaria de ver Fidel de pertinho, não sei se aguentaria ficar escutando horas a fio o discurso dele, de repente até aguentasse e nem ia reparar as horas passando...Não sei...As palavras dele devem ter seus encantos...
Essa loja também, Daslu também...ah lembrei da DASPU, também deve ter, não é mesmo? Essa última também está contribuindo para a economia Brasileira...essa organização tem um trabalhos super interessante e bonito, mais informações no sítio http://www.daspu.com.br
A Denise do http://www.sindromedeestocolmo.com escreveu no dia 09/12/05 um post excelente sobre a DASPU...é só conferir...
Recebi por email a indicação do blog com um post muito, muito legal...Walter me desculpe mas vou reproduzir aqui, tá? Aconselho todo mundo ir lá ler os outros posts, são muito legais.
Copiei o texto abaixo do saite Beatrice, que a partir de hoje entra no rol dos endereços lincados neste blogue (veja ao lado). Um paraense duro, mas sabendo o que é bom, no paraíso onde grãos-burgueses rasgam dinheiro confraternizando com ACM, Geraldo (Opus Dei) Alckmin e outros patriotas.
Como também sou paraense e provavelmente muito mais "durango" que o autor, senti aquela imensa solidariedade patonotucupiniquim que gente da selva nunca esquece. Parafraseando o dito famoso de Bertold Brecht, concluí que assaltar a Daslu seria um crime bem menor que tê-la fundado para atender ao consumismo imoral de uma elite insensível e rapace.
Não se diga que é radicalismo. Esse "modelo Daslu", rejeitado até mesmo em muitos países ricos, tem tudo a ver com crise social, mortalidade infantil, fome, guerras, poluição planetária e esgotamento dos recursos naturais. Explica porque países pobres como Cuba e Costa Rica (para ficar apenas no Caribe) tem IDH bem melhor que o do Brasil. Leia.
"Um durango na Daslu (Denis Cavalcante) - Sempre tive vontade de conhecer essa tal de Daslu. Já que estava em São Paulo, por que não ir? Ainda mais depois que me disseram que lá não existe nenhuma peça que custe menos de três dígitos, resolvi dar uma de São Tomé e ver para crer. A entrada já foi um problema. O segurança perguntou pelo meu carro - ou motorista. Quem já foi sabe muito bem: na Daslu - acreditem - não se entra a pé, somente motorizado. Fingi que não era comigo e entrei. Fui recepcionado por uma loira escultural com sorriso de anúncio de dentifrício, uma sósia escrita e escarrada da Anna Hickman - com direito a 1m30 de pernas, chapinha no cabelo, olho azul e muito mais.
"Where are you from?".
"Belém do Pará".
"I beg your pardon!"
Tava na cara que eu não era paulistano. Mas daí a me confundir com gringo, já é demais. Eu lá tenho cara de estrangeiro! Como um cão sabujo, onde eu ia, ela ia atrás. Dos milhares de itens que admirei boquiaberto, um em particular me encantou. Uma bolsa tiracolo Prada pra lá de maneira que imaginei que coubesse no meu orçamento. Ressabiado, indaguei o preço.
"Nove, apenas nove. E o senhor pode dividir em três vezes no cartão".
"Nove o quê?"
"Nove mil..."
"Égua!"
A pequena ficou tão assustada com minha reação que cheguei a pensar que fosse chamar os seguranças. Mas não. Acho que ela sacou que daquele mato não sairia cachorro, no máximo um carrapato. Fechou a cara, deu meia-volta e sumiu. Já que estava na chuva, resolvi me molhar. Entrei num salão onde só tinha Armani. Como já estava enturmado, perguntei o preço de um "vestidinho" de festa. Adivinhem? 100.000 pilas. Tu és doido! Uma estola de zibelina? 60.000. Fico imaginando quantos bichinhos foram sacrificados para esquentar o lombo de uma madame. Um blaser Ermenegildo Zegna (isso lá é nome de grife?), 13.000. Um óculos Gucci, 4.500. Uma cuequinha básica do Valentino, 260. Com direito a ouvir essa pérola do vendedor:
"Leve logo meia dúzia, tá na promoção!". Imaginem quanto ela custava antes. Na adega climatizada não foi diferente. Um Romaneé-Conti, safra 2000 - aquele do Lula - estava por módicos 8.000 reais. Uma garrafa de Johnnie Walker Blue, envelhecida 80 anos - uma das raras existentes no planeta, 55.000.
Fiz as contas e verifiquei que no final saí no lucro. "Charlei", vi gente famosa, coisas bonitas, tomei mineral Badoit, capuccino, Prosecco, champanhe Taittinger, fartei-me de canapés, fois gras, blinis com caviar (não era Beluga). Sou duro, mas sei o que é bom. Até confit de canard tracei. De quebra, profiteroles e apetitosos bombons trufados. As horas passaram voando. Minha acompanhante finalmente apareceu e perguntou:
"Vamos almoçar?"
"Almoço? Estou almoçado e jantado!"
Depois de conhecer quase tudo descobri que a Daslu é uma espécie de zoológico sem grades. Só que os bichos somos nós. Eu e você.
Acabado, me esparramei num confortável sofá. Enquanto esperava o resto da turma chegar, abri um livro e relaxei. Mal virei a segunda página, dois novos ricos falando alto, com mais sacolas do que mãos, sentaram ao meu lado esnobando:
"Amanhã vamos para o nosso haras em Catanduva. O réveillon será no Guarujá".
Me deu uma raiva...
Peguei meu celular e resolvi mentir um pouco:
"Fulano, não encontrei nenhum 'Summer' para o réveillon. Abastece o jatinho. Partimos amanhã cedo para Paris. Essa Daslu tá um lixo!"
A cara que os dois fizeram não tem preço.
Domingão de bobeira...
Acordo tarde...
Tomo café, descobri que se não tomar o pretinho de manhã, tenho dor de cabeça...
Maridão fez o almoço, cardápio macapaense: filhote frito na manteiga, arroz com ervas e salada verde com tomate...
Lanchinho: invenção de tapioca, eu que fiz...eh eh eh, caramelizei um pirex, forrei com doce de cupuaçu e coloquei uma massa de tapioca com leite, manteiga, ovo e um pouquinho de açúcar, salpiquei coco ralado e açúcar por cima...
Depois, caminhada no parque, para queimar as calorias da tapioca...
Agora aguardo o restinho de domingo na internet...
Amanhã??? trabalhar...
Boa semana!
Enfim chegou o final de semana...eu fiquei envolvida com o trabalho e fiquei um pouco afastada da blogosfera...Agora voltando, mas ainda devagar que nem tartaruga...![]()
Ontem assisti este filme
Achei a história de amor linda...vale a pena assistir.
Estou um pouco sem tempo, trabalhando muito...volto em breve.
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