Alguém conhece?
E esta?
A 1ª, é pizza de jambu e a 2ª é pizza de tacacá...
Eu comi as duas quando estive no Pará há mais ou menos duas semanas...Comi além da conta é claro, mas fazer o quê? Quando vou comer uma pizza dessa de novo?
Essa pizza é tudo de bom...
Enfim um final de semana em casa...minha mãe está aqui desde quarta-feira, então esses dias têm sido muito bom ser paparicada e paparicar minha mãe também.
Na sexta-feira conheci mais uma blogueira, a Vânia Beatriz, minha conterrânea e atualmente mora em Porto Velho-RO. Ela esteve aqui em Brasília e antes de seguir viagem tivemos o prazer de recebê-la aqui em casa, depois saímos para comer uma pizza e deixamos ela no aeroporto. Uma pena que o tempo foi curto demais e não podemos tricotar muito.
Ela me deu um conselho importante: fazer terapia do sono para recuperar as energias.
Por enquanto ainda não consegui, mas no próximo fim de semana quem sabe...?
No sábado arrumei meu closet e minha mesa de estudos. Tudo estava muito bagunçado. Com as viagens a trabalho, saí um pouco do eixo e agora tento organizar tudo, mas uma coisa de cada vez.
Depois, fomos ao supermercado, isso deu bastante trabalho. Tínhamos que fazer as compras do mês, quando voltamos para casa, o trabalho não termina, temos que guardar tudo no armário.
O domingo foi para o descanso. Cozinhei, ato que quando estou afim me deixa relaxada.
Fiz peixe típico da amazônia, filhote com banana frita e casquinha de carangueijo...humm tava uma delícia!!! Trouxe o peixe de Belém, fui pessoalmente no Ver-o-peso comprar o peixe e a farinha. Só faltou o tucupi e o jambú para o tacacá, mas infelizmente não dava para trazer todas as delícias de lá.
Comidinha boa, companhia de mãe e marido, melhor não podia ser.
Boa semana para tod@s!!!
Só que meus cabelos estão lisos por força de formol...mas estou com olheiras, um pouco mau humorada e cansada, muita cansada...
Vou dar um tempo da blogosfera...é por excesso de trabalho...

Há algum tempo venho pensando em falar de um assunto que para algumas pessoas pode parecer delicado e para outras pessoas polêmicos e para algumas pessoas nem tão delicado e nem tão polêmico, acho que me encaixo no último.
Antes eu tava sem folêgo, mas depois li uma coisas pela blogosfera e pensei "tá na hora de pôr para fora"...
O assunto é sobre folclorização ou mitos que são gerados e sustentados pela sociedade. Entre eles:
- Que toda mulher, tem que ser mãe. Ou que após o casamento tem que se ter um(a) filho(a).
Nossa gente, como eu sou cobrada para ter um bebê. Desde que eu me juntei com o Flavio e depois que me casei todo mundo me cobra. Nunca ninguém me perguntou se eu ou meu marido podemos ter filhos ou se queremos...quando eu respondo que não tenho certeza, e que embore eu goste de crianças, é uma coisa que ainda não quero, as pessoas me criticam e ninguém me entende, parece até que sou um bicho em outro mundo. Acho bonita a maternidade/paternidade, mas sinceramente eu não sei se quero isso...
Então acho isso, que nem toda mulher tem que ser uma mãe, o contrário disso é folclore.
Outro folclore:
- Que toda(o) homossexual tem que ser, no caso dos homens gays, alegres, palhaços, chorões, escancarados, debochado, cabeleleiro, afeminado e etc, etc, etc... No caso das mulheres lésbicas, elas têm que ser machonas, insensíveis, brigonas, etc...
Eu discordo completamente disso e acho tudo um mito. Conheço uma pessoa que é homossexual assumido, que não precisa nem desbundar para dizer que gosta de homem. E tem também uma mulher que é super feminina, usa batom e pinta as unhas e diz que gosta de mulher que se cuida e não de mulher machona, pois se gostasse procuraria um homem. Acho isso o máximo, mas deve ter exeções.
Mais alguns folclores:
- Que toda(o) quilombola ter que tá vestido de turbante, ser pobre, não ter estudos, passar fome.
- Que toda(o) índio tem que tá de arco e flexa e viver no mato.
Outro dia escutei algo mais ou menos assim: "e índio tem CPF?". E eu respondi tem até passaport, não vê eu???
Esse assunto de quilombola e indígena ainda precisa ser mais debatido, seja na mídia, nas escolas, nos bairros...ainda existem muita discriminação, mas cada dia vencemos uma luta, com muita briga, suor, lágrimas, paixão, sorrisos, abraços e paz.
Existem outros tipos de folclores, mas esses foram os que vieram na minha cabeça e por estarem mais no meu cotidiano.
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