Tegucigalpa, capital de Honduras

A estadia em Tegucigalpa foi interessante.

ComeÇamos o trabalho, quero dizer Flavio, na 2ª feira a tarde. Tivemos reuniao na FIAN de Honduras.

Depois fomos para o Hotel. Ficamos em um lugar no centro histórico de Honduras. Um centro comercial também. Durante o dia, o movimento de vendedores, trabalhadoras(es), turistas fervilhava.

Nos aconselharam a ter muito cuidado, especialmente a noite, pois como o movimento era intenso pela manha, de noite ficava muito deserto.

Me recomendaram a ter cuidado com minha bolsa, pois havia motoqueiros que roubavam bolsa de mulheres, araancando bruscamente e fugindo.

Em Tegucigalpa, neste lugar que ficamos hospedados me lembro, a antiga Rua Joao Alfredo, em Belém do Pará. Durante o dia aquela movimentacao toda, de comerciantes, camelôs, clientes, ladroes, etc...a noite, um perigo!!!

Lembro de uma noite, que acordamos no Hotel um pouco assustados, Era de madrugada, e escutamos uns gritos, eu nao me atrevi a olhar da janela do quarto, mas Flavio levantou-se e foi olhar, nao viu nada.

Conseguimos fazer alguns passeios interessantes em Tegucigalpa. Fomos a um museo, que antes foi a 1ª universidade de Tegucigalpa. Fomo em parque no alto de morro. Um lugar bonito, no meio da floresta e com uma vista da cidade linda. Lá também tem um Cristo, semelhante ao Cristo Redentor do Rio de Janeiro, só que um pouco menor. Quando voltar ao Brasil vou postar as fotos no fotoblog.

O Falvio tinha uma agenda a cumprir e eu o acompanhei, porque gosto do assunto (direito humano â alimentaÇao adequada). Entao, fui com ele para reunioes, uma no INA, tipo o INCRA do Brasil. Depois fomos na corte suprema (Ministério Público, eu acho). Tivemos um jantar de boas vindas, comemos coisas típicas, companhias boas. Tivemos um grupo de músicos local que cantaram para gente, danÇamos agarradinhos, foi uma delícia.

O centro de Tegucigalpa também nao tem prédio modernos, as casas sao antigas, semelhante a Valle de Angeles.

As pessoas que conheci, eram do movimento de campesinos, militantes dos Direitos Humanos, pessoas, doces, amáveis, cordiais, respeitosas e principalmente receptivas. Pessoas latinas, alegres, trabalhadoras...

Depois fomos para Comayagua, o Flavio ainda participaria de outras coisas por lá.

Valle de Angeles - Honduras

Acordamos no domingo e estávamos pronto para o passeio, depois da boa noite de sono, a disposicao para passear e conhecer a cidade olhar os artesanatos era enorme.

No Hotel mesmo tomamos um café tipico, "huevos fritos, frijoles, banana, tortilhas, queijo, café com leite".

Fomos ao nosso passeio. De cara, me lembrei do interior do Amapá e Pará. Cidades pequenas, ruas pouquíssimos asfaltadas e estreitas. Casas velhas (quero dizer com arquitetura antiga, nada modernizado, com a pintura gasta, calÇada pequena. No meio da cidade, é claro, tinha uma praÇa e uma Igreja.

No domingo de manha, as pessoas indo ou voltando da igreja...

Tudo muito em um ritmo próprio de cidade pequena.

Valle de Angeles me lembrou Porto Grande ou Mazagao(Amapá) e até o interior do Pará.

Mas a movimentaÇao local, o artesanato lembrou Embú das Artes em Sao Paulo.

Valle de Angeles é uma cidade pequena, em que os Hondurenhos passam o fim de semana. Vao comprar artesanato e se sentem mais seguros lá.

Passamos o domingo lá, descansamos da longa viagem, compramos algumas coisinhas, comemos coisas típicas...tudo muito interessante!

Voltamos para Tegucigalpa, capital de Honduras.


Hoje o Brasil joga, estou com os meus paramentos brasileiros, camiseta, brinco e pulseira.

E vamos torcer para o Brasil.


Sim, o Ernani tem razao, a cidade parece aquele lugar, Macondo,  de "Cem anos de solidao"G. G. Marquez.

Honduras...

A minha viagem saindo de Brasília até chegar em Honduras foi muito cansativa, talvez umas 24 horas.

Começando do inicio...

Saí de casa por volta de 16:45 horas, para variar, o vôo atrasou e chegamos em Sao Paulo mais de 9 horas da noite.

Fomos a um bar que faz comida japonesa. O nosso vôo para Honduras saíria às 4:30 da manha, entao tínhamos tempo de sobra. Nao quisemos ir para algum hotel, saíria muito caro, e ainda teríamos que pagar o táxi...seria melhor economizar a grana para gastar aqui mesmo.

Chegamos em Honduras por volta de 2:30 horas da tarde do sábado.

Um casal amigo virtual do Flavio nos esperava. A mulher é a responsável pela organizaçao do evento que o Flavio está participando aqui em Honduras.

Eles nos levaram para almoçar em um restaurante típico...nós estávamos morrendo de fome...durante o vôo só foi servido sanduiches...

Comemos mui bien... Conversamos, rimos...Eles nos recomendaram um lugar para passar o fim de semana próximo da capital. Um lugar calmo, tranquilo, com ótimos artesanatos...aceitamos de imediato.

Fomos para Villa de Angeles, um lugarejo bem interessante. Chegamos lá por volta de 5:30. Nao havia luz na cidade. Esperamos chegar e fomos para a cabana. O Hotel tinha cabanas. Tomamos banho e nem jantamos dormimos.

Praticamos a terapia do sono, recomendanda pela Vânia. Só acordamos no domingo às 9:00 horas da manha.

Depois conto mais...agora vou indo...


Copiando e colando de várias blogueiras, mudei o visual da casa porque embora nao goste muito de futebol, entrei no clima da copa.

Honduras

Infelizmente esqueci meu caderninho ou diário de post no Hotel... Mas vou tentar escrever um pouco sobre esses dias que estou aqui.

Honduras é um pais pobre, com um povo muito sofrido, assim como na Bolivia.

Como falei anteriormente estou acompanhando meu marido aqui e ele está a trabalho. Os nossos contatos sao pessoas excluídas e que sofreram violacoes de seus direitos humanos, entao sao essas as pessoas que temos visitados. Talvez por isso acho que sao um povo sofrido.

Mas como nós brasileiras(os) também sao alegres e muito receptivos. Têm uma comida deliciosa. Depois vou postar as fotos.

Vou parando por aqui, depois conto mais.

Aqui neste computador nao tem oa cento til, entao algumas palavras estao sem acento.

Bjs

Chegou o dia...

Enfim vou tirar férias...serão apenas 15 dias, mas não importa férias são férias...vou ficar de pernas para ar.

Desde 4ª feira eu tirei féria da academia. Continuei acordando seis horas da manhã, mas permanecer deitada por mais 1 hora e meia é uma delícia.

Eu ando bastante cansada, nos dois últimos meses trabalhei muito, viajei, malhei...e agora chegou a hora do merecido descanso.

Como costumo dizer: "eu não estava precisando, eu estava precisada dessas férias".

Vou viajar com meu marido para a América Central, vamos visitar apenas dois países, Honduras e Guatemala. Estou muito ansiosa. Tentarei anotar meus passeios em um caderninho, como a Jan, e depois venho contar para vocês.OK?

Bom findi  e até breve.

Jambu e tacacá, delicias do norte.

Falar de jambu e de tacacá me enchem os olhos e a boca de água...o passado vem tona carregado de significados e saudades. Mas também é uma satisfação falar desse alimentos típicos e deliciosos que eu a-d-o-r-o.

Sobre o jambú:

Erva pequena, geralmente rasteira, com folhas pequenas e flores amarelas, é muito comum nas terra amazônidas.

Costuma-se dizer que é companheira inseparável do tucupi na preparação dos pratos nortista, especialmente em Belém, o tacacá e o pato.

Suas folhas, quando mastigadas, produzem um leve tremor nos lábios às vezes amortecidos e talvez por isso, algumas pessoas achem que é afrodisíaco e outras acham que ficam "bacana".

Antes de consumi-lo, deve ser aferventado com pouca água e sal.

 O tacacá: o tacacá não é considerado uma refeição. É uma espécie de bebida ou sopa, servida em cuias vendidas pelas "tacacazeiras", em bancas nas esquinas das ruas.

Na hora de servir são misturados na cuia, o tucupi, a goma de tapioca cozida, o jambú e o camarão seco.

 

Putz, fiquei com água na boca!

Também lembrei do Rei do Carimbó, o Pinduca, com a música:

Garota do Tacacá

Oi mexe, mexe menina
Pode mexer sem parar
Você agora é a minha
Garota do tacacá

Rala, rala a mandioca
Espreme no tipiti
Separa na tapioca
Apara o tucupi

Prepara meu tacacá
Gostoso como açaí

 

 

 

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